Espécie

Chinavia impicticornis

(Stål, 1872)

Espécie considerada praga secundária da cultura de soja, com ampla distribuição na América do Sul.

Nome comum: Praga-da-soja

TTATAATCGGAGGTTTTGGAAACTGATTAGTACCTTTAATAATCGGAGCACCCGATATAGCATTCCCGCGAATAAATAATATAAGATTTTGATTATTACCGCCATCATTAACTTTACTAATAGTAAGAAGATTAGCAGAATCAGGAGCCGGGACCGGTTGAACTGTATATCCTCCTTTATCAAGTAATTTATCGCATAGAGGAGCATCAGTTGACTTAGCAATCTTTTCTTTACATCTAGCTGGTGTATCATCAATCTTAGGAGCAGTAAATTTCATTTCAACAATTATTAATATACGACCAACAGGAATAACACCTGAACGAATTCCATTATTTGTATGATCTGTTGGAATCACTGCACTATTATTATTATTATCACTTCCTGTATTAGCAGGGGCTATTACAATACTATTAACAGATCGTAATTTTAATACCTCATTTTTTGACCCTTCGGGAGGAGGGGATCCAATTCTTTATCAACACTTATTTTGATTTTTTGGTCCCCGGAAAATTTAAA

Macho

Pigóforo subquadrangular. Abas dorsais da margem ventral do pígóforo de contorno triangular, com o espinho do ápice do triângulo de orientação anterior; parâmeros longos de extremidade espatular alcançando, em direção posterior, o ápice do proctiger.

Fêmea

Gonocoxitos 8 com margem posterior subretilínea, bordos suturais justapostas em quase toda extensão, ângulos suturais quase retor. Laterotergitos 8 com espiráculo, bordo posterior levemente arqueado, laterotergitos 9 arredondados no ápice, não ultrapassando a banda que une dorsalmente os laterotergitos 8. 

Macho e Fêmea: 11-16mm
Coloração geral do corpo verde, com margens das jugas, pronoto, terço basal do hemiélitro e conexivo amarelados a alaranjados; manchas das cicatrizes do pronoto podem estar presentes, ângulos basais do escutelo com 1+1 manchas negras; manchas do conexivo junto às margens posteriores estendendo-se pelo menos até a metade da largura do segmento; espiráculos verdes ; membrana do hemiélitro infuscada na base. Espinho do 3o urosterníto não ultrapassando uma linha imaginária transversal que passa junto a margem posterior da metapleura, mal atingindo as coxas do 3o par de pernas. Bordo posterior dos segmentos do conexivo com uma estreita faixa de coloração negra, incompleta, não atingindo o bordo externo dos tergitos abdominais. Em geral, espécimes do norte do Brasil apresentam coloração mais escura e tamanho menor. Eventualmente, alguns espécimes podem apresentar as manchas dos ângulos basais do escutelo ausentes ou as manchas dos conexivos mais curtas.
Esta espécie foi registrada em plantas hospedeiras de diversas famílias, muitas delas cultivadas, considerada praga secundária de soja e outras culturas no Brasil; Aquifoliaceae : Ilex paraguariensis A. St. Hil. (erva-mate); Asteraceae: Emilia sonchifolia (L.) DC. (serralha); Fabaceae: Crotalaria incana L., Crotalaria pallida Aiton, Phaseolus vulgaris L.(feijão), Glycine max (L.) Merrill (soja), Psophocarpus tetragonolobus (L.) DC., Vigna unguiculata (L.) Walp. (caupi), Gossypium hirsutum L. (algodão), Theobroma cacao (cacau), Psidium guajava L. (goiaba), Ligustrum lucidum (Ait.) (ligustro), Passiflora sp. (maracujá), Oryza sativa L. (arroz), Macadamia sp.
Venezuela, Suriname, Colômbia, Equador, Bolívia, Brasil (AM, PA, MA, MT, GO, DF, BA, MG, RJ, SP, PR, SC, RS), Peru, Paraguai, Argentina.
NaturaeData